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Hortaliças produzidas em hidroponia no município de Tailândia

Publicado por Reinaldo Araújo em 22/08/2019 às 18h09

No dia 22/08, o município de Tailândia comemorou a primeira colheita de hortaliças produzidas pela Secretaria de Agricultura destinadas à Merenda Escolar

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Hidroponia de Tailândia

A palavra Hidroponia, do grego água + trabalho, é o nome dado a um sistema de cultivo de plantas caracterizado por não precisar de terra (solo)As raízes das plantas ficam dentro da água. Soluções fertilizantes são adicionadas à água para alimentar as plantas.

Hoje em dia é possível encontrar muitos produtos hidropônicos nos supermercados. Os produtores encontraram na hidroponia muitas vantagens: ocupa um espaço reduzido e tem o clima da estufa controlado permitindo produzir o ano todo.

“Essa proposta é um avanço para ser aplicado na pequena e média agricultura, bem como, na agricultura familiar em nosso município. Essa primeira colheita no município irá servir as crianças com uma merenda escolas 100% orgânica e saudável”, afirma o prefeito Macarrão.

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Na Hidroponia, as plantas são cultivadas em estufasem necessidade do uso do solo. O que aumenta a produção, e a qualidade dos produtos, visto que os nutrientes são balanceados e controlados. 

Diminui a quantidade de água utilizada, por possuir um sistema fechado, e também reduz o uso de agrotóxicos, por ser dentro de estufa, o que diminui o ataque de predadores e as intempéries do tempo, não havendo poluição do solo. Além de utilizar um espaço muito menor do que a agricultura tradicional.

 

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No Brasil a oposição se cala num clima de pré-nazismo

Publicado por Reinaldo Araújo em 21/08/2019 às 08h01

Juan Arias, jornalista e escritor espanhol, em sua coluna no jornal El País, de 20/08, diz que a “O silêncio dos que deveriam defender a democracia pode acabar deixando o caminho aberto aos autoritários, que se sentem ainda mais fortes diante de tais silêncios”

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Foto: Reprodução

Arias, diz que a oposição brasileira “pensa que o melhor é deixar que o presidente (Bolsonaro) extremista se desgaste por si mesmo, ele acaba de lhes responder que ‘quem manda no Brasil’ é ele e, mais do que se desfazer, cresce cada dia mais e nem os militares parecem capazes de parar seus desacatos às instituições".

Concordo com Juan Arias, quando afirma que o perfil de Bolsonaro “já deixou claro que em sua política de extrema direita, autoritário e com contornos nazistas, cabem somente os que se submetem às suas ordens. Todos os outros atrapalham”. Para ele, segundo Arias, “todos os tachados de esquerda seriam os novos judeus que deveriam ser exterminados, começando por retirá-los dos postos que ocupam na administração pública”.

Arias afirma que “Sem dúvida, o Presidente tem o direito de dizer que foi escolhido nas urnas com 53% dos votos, que significaram 57 milhões de eleitores. Nesse sentido o problema não é seu. Os que votaram nele sabiam o que pensava, ainda que talvez considerassem seus desatinos de campanha como inócuos e puramente eleitoreiros”.

Juan Arias diz que “O problema, agora que se sabe a que ele veio, e que se permite insultar impunemente gregos e troianos começando pelas instituições bases da democracia, mais do que seu, é da oposição”.

O articulista espanhol é ainda mais duro com a esquerda brasileira, “Essa oposição, que está muda e parece impotente e distraída, demonstra esquecer a lição da história. Em todos os movimentos autoritários do passado moderno, os grandes sacerdotes da violência começaram sendo vistos como algo inócuo. Como simples fanfarrões que ficariam somente nas palavras. Não foi assim e diante da indiferença, quando não da cumplicidade da oposição, acabaram criando holocaustos e milhões de mortos, de uma e outra vertente ideológica”, provoca.

“O Brasil foi forjado e misturado com o sangue de meio mundo que o fizeram mais rico e livre. Querer ressuscitar das tumbas as essências de morte do nazismo e fascismo, com a vã tentativa da busca da essência e pureza da brasilidade é uma tarefa inútil. Seria a busca de uma pureza que jamais poderá existir em um país tão rico em sua multiplicidade étnica, cultural e religiosa. Seria, além de uma quimera, um crime”, reflete Arias.

De fato, não dá para concordar com o silêncio dos setores democráticos de centro e de esquerda, e mesmo os de direita. Apostar no “pior melhor” não é a saída, e com a mudez de quem deveria estar com as garras afiadas é desmoralizante.

Acontece que a fama de Bolsonaro de ser o “terror da esquerda”, parece que pegou mesmo. Está na hora da oposição fazer o papel dela, que não é apenas fazer obstrução no Congresso, mas organizar os imensos setores desorganizados na sociedade, desempregados, jovens, mulheres subjugadas, idosos e descartados entre tantos outros jogados na “lixeira” social de Bolsonaro.

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