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Brasileiros são contra Privatização e Posse de Arma

Publicado por Reinaldo Araújo em 05/01/2019 às 18h14

Levantamento realizado no final de 2018 também mostra que 57% são contrários a reduzir leis trabalhistas, dados que colocam Bolsonaro em decidir se nada contra a maré popular

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Foto: Evaristo Sa/AF)

O Instituto Datafolha divulgou em 05/jan/2019, pesquisa em que 60% dos brasileiros abominam as privatizações de empresas públicas e 57% preferem o capeta a reduzir mais garantias trabalhistas.

As duas propostas são cantadas em Dó Maior por Bolsonaro em tom de liberalismo econômico, o laissez-faire, corrente ideológica que o capitão reformado do Exército jura seguir.

Apenas 34% concordam que Bolsonaro deva “vender tudo”, até os “cemitérios”, como diz Paulo Gudes e 5% não têm opinião formada e 1% subiu no muro e se diz neutro.

Está explica o recuo que o presidente deu (4/jan) acerca da entrega da Embraer para a norte-americana Boeing.

Perda de direitos

Quanto à reforma trabalhista, o Datafolha diz que 40% apoiam a precarização de direitos dos trabalhadores ante os 57% que são contrários. Não têm opinião sobre o assunto 3% dos entrevistados.

Posse de arma não!

A pesquisa registra que aumentou o número de brasileiros contrários à liberação posse de arma de fogo no Brasil.

Em outubro de 2018, 55% discordavam de liberar o armamento. Agora, em dezembro, 61% rejeitam a proposta do presidente eleito Jair Bolsonaro.

As mulheres são as que mais reprovam a liberação da arma de fogo, com 71%, ante 51% dos homens.

Na prática, a pesquisa Datafolha fuzila a intenção de Bolsonaro e dos ministros general Heleno (GSI) e Sérgio Moro (Justiça) de facilitar a liberação da posse da arma de fogo em até 100 dias.

Namoro com Trump e a política norte-americana

O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) é reprovado por 66% dos brasileiros quanto o assunto é submissão aos Estados Unidos, diz pesquisa.

O alinhamento automático do Brasil aos interesses dos norte-americanos é a mola mestra da diplomacia de Bolsonaro que, antes mesmo de assumir, rompeu com Cuba, Venezuela, Nicarágua, China dentre outros países que ameaçam a hegemonia cultural e econômica dos Estados Unidos.

Segundo o Datafolha, apenas 15% concordam totalmente com a ideia de submeter a política externa brasileira aos interesses de Donald Trump.

Dos pesquisados, 14% concordam parcialmente com o atrelamento automático do país aos EUA e 1% não quiseram opinar. Os que não souberam opinar sobre o tema somam 4%.

O Datafolha entrevistou 2.077 pessoas em 130 cidades entre os dias 18 e 19 de dezembro.

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Pesquisa do Instituto Acertar na RMB mostra paraense otimista

Publicado por Reinaldo Araújo em 31/12/2018 às 09h03

Em relação ao Pará, pesquisa mostra maioria confiante. 

O presente estudo foi realizado através de uma pesquisa de natureza quantitativa e compreendeu a dispersão geográfica da Região Metropolitana de Belém.

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Região Metropolitana de Belém (RMB)

O Instituto Acertar quis saber qual a expectativa dos moradores da Região Metropolitana de Belém (RMB) dos mesmos em relação à situação econômica do país para o ano de 2019. 72,8% se mostraram otimistas

33,7% o ano de 2019 vai ser muito melhor que o de 2018

39,1% responderam que vai ser um pouco melhor.

13,4% acreditam que não vai mudar nada

12,1% estão pessimistas

6,4% acham que a situação econômica do país vai estar um pouco pior

5,7% disseram que vai estar muito pior

1,7% dos entrevistados não quis declarar suas opiniões.

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Os mais otimistas em relação à situação econômica do Brasil para o ano de 2019, são os homens, pessoas com 45 anos de idade a mais, com nível de escolaridade que varia do ensino fundamental ao médio e são preferencialmente pessoas que se declararam evangélicas.
Quanto aos mais pessimistas, o perfil desse público é formado principalmente pelas mulheres, com idade que varia de 25 anos a 44 anos, com nível de escolaridade entre o ensino médio e superior, com renda que varia de dois a cinco salários mínimos e que se declararam católicas, praticantes ou não.

No que diz respeito à percepção dos entrevistados em relação ao desenvolvimento econômico do estado do Pará em 2019, os dados da pesquisa apontaram também uma visão otimista.

59,1% responderam que o estado do Pará vai melhorar

29,8% deve ficar igual como está

5,7% disseram que vai piorar

5,4% não responderam à pergunta.

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Foi solicitado que os entrevistados respondessem qual o principal problema do estado do Pará, que o próximo governador, deverá priorizar e procurar solucionar de forma mais imediata.

47,3%

O próximo governo deverá resolver ou solucionar a falta de segurança pública em vários aspectos, deverá combater a criminalidade, com a maior presença da polícia nas ruas, bairros, organizar e estruturar PM box e delegacias, aumentar o contingente de policias e rondas mais frentes. Essas foram as principais sugestões da população.

21,6%

Acham que o maior problema a ser solucionado está relacionado a saúde pública, como a falta de atendimento humanizado nos postos de saúde e hospitais, a falta de médicos e medicamentos nos postos de saúde, a longa espera para consultas e tratamento de doenças e médicos especializados.

11,8%

O problema principal é a falta de saneamento básico e deve ter mais rigidez com aqueles que jogam lixo nas ruas, depositam lixo as proximidades de canais e ampliar uma campanha educativa, nesse sentido.

9,5%

Melhorias na educação pública. Para esse público, que é formado por pessoas de todas as categorias sociais, é urgente que sejam feitas reformas de escolas e criar mecanismos de segurança dentro do ambiente escolar.

6,2%

O desemprego

3,6%

Deram outras respostas.

Fonte: Instituto Acertar

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A pesquisa lembrou a população de uma das propostas de campanha do governador eleito Helder Barbalho, que diz respeito à vinda da Força Nacional de Segurança Pública, para ajudar a conter ou combater a violência no Estado.

73,8% disseram que são favoráveis à vinda da Força Nacional

20,6% se declararam contra essa medida

2,1% essa questão é indiferente

3,5% deixaram de responder à pergunta.

ESC4

CONTRA - As pessoas que se posicionaram contra essa medida, alegaram que se faz necessário investir mais em educação para a sociedade, criar empregos através de incentivo à indústria, aumentar o contingente policial, dar mais estrutura para a polícia trabalhar, investir em inteligência para combater o crime organizado.

A FAVOR - Os favoráveis a vinda da Força Nacional alegam que juntamente com as polícias locais, poderão inibir o crime organizado, assim como haverá maior presença de policiamento nos bairros e no interior do estado.

Metodologia

O presente estudo foi realizado através de uma pesquisa de natureza quantitativa e compreendeu a dispersão geográfica da Região Metropolitana de Belém.

O público-alvo foram pessoas de ambos os sexos com idade igual ou superior a 16 anos, residentes nos municípios de abrangência da pesquisa.

A amostra foi distribuída de forma proporcional considerando as variáveis sexo e grupo de idade. Foram aplicadas 436 entrevistas, a margem de erro para os resultados gerais da pesquisa é de 5,0% para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. A coleta dos dados foi realizada entre os dias 18 a 21 de dezembro de 2018.

 

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