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Alcântara pode sediar Base Militar dos EUA no Brasil

Publicado por Reinaldo Araújo em 06/01/2019 às 10h31

Em matéria publicada no UOL (05/jan/2019), sob o título “Oferta de Bolsonaro aos EUA para instalação de base gera críticas entre militares”, traz à tona os interesses políticos e militares do Estado Unidos em território brasileiro

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Imagem de lançamento na Base da FAB em Alcântara (MA) de foguete com Satélite

 

 

Em matéria publicada no UOL (05/jan/2019), sob o título “Oferta de Bolsonaro aos EUA para instalação de base gera críticas entre militares”, traz à tona os interesses políticos e militares do Estado Unidos em território brasileiro.

Segundo o site paulista, “durante os anos finais da 2ª Guerra Mundial, a aviação dos Aliados, liderada pelos EUA em larga proporção, negociou a construção em Parnamirim, no Rio Grande do Norte, de uma gigantesca base aérea. Duas pistas, 700 prédios, 4.600 combatentes e tráfego diário de 400 a 600 aeronaves para lançar ataques contra objetivos no norte da África e sul da Europa”.

Os impactos sociais e econômicos da capital Potiguar foram visíveis na época. “Em 1945, nos termos do acordo firmado entre os presidentes Getúlio Vargas e Franklin Roosevelt, aviões e pessoal americanos saíram das instalações. Nos quatro anos de operação conjunta da base, a população da capital, Natal, dobrara de 40 mil habitantes para 80 mil.

Após o fim dos conflitos da grande guerras, “...Documentos do Departamento de Estado registram uma tentativa de prorrogação do pacto de colaboração, em 1946, por um período de 50 anos. A chancelaria do Brasil informou a Washington que a então recém-criada Força Aérea Brasileira (FAB) tinha planos próprios para o conjunto. Ao longo do tempo, nenhum outro tratado do mesmo tipo foi negociado”.

No governo de Fernando Henrique Cardoso começou uma negociação para ceder o espaço de Alcântara para os EUA, na época barrado pela área militar do governo.

“A possibilidade de o governo do Brasil ceder espaço territorial para instalação no país de uma base militar dos Estados Unidos é desnecessária e inoportuna, diz militares... 

 

Com relação a ceder espaço físico para Base Militar dos EUA no Brasil, para alguns militares brasileiros, diz o site que “só se justificam quando há risco de agressão externa fora da capacidade de reação e capaz de colocar em perigo a integridade da nação, ‘é o caso do menino fraco que chama o amigo forte para enfrentar os valentões da rua; estamos longe disso’, exemplificou”.

Segundo o site “O Antagonista”, esse espaço físico seria Alcântara, no Maranhão. “O Antagonista apurou que está na mesa de negociações a implantação de uma base militar norte-americana no Nordeste e a assinatura de um convênio para reconstrução e uso da base de lançamentos de Alcântara.

Isso seria parte de um acordo maior, segundo fontes do governo, que não confirmam a possibilidade. Faria parte desse acordo um prêmio de consolação pela tão esperado acento no Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU), “O ex-embaixador americano Thomas Shannon disse mais cedo que os EUA poderiam apoiar a entrada do Brasil na Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), que perdeu seu objetivo central que era impedir países da antiga União das Republicas Socialistas Soviéticas (URSS) de entrar em espaço aéreo da Europa Ocidental.

 

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Brasileiros são contra Privatização e Posse de Arma

Publicado por Reinaldo Araújo em 05/01/2019 às 18h14

Levantamento realizado no final de 2018 também mostra que 57% são contrários a reduzir leis trabalhistas, dados que colocam Bolsonaro em decidir se nada contra a maré popular

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Foto: Evaristo Sa/AF)

O Instituto Datafolha divulgou em 05/jan/2019, pesquisa em que 60% dos brasileiros abominam as privatizações de empresas públicas e 57% preferem o capeta a reduzir mais garantias trabalhistas.

As duas propostas são cantadas em Dó Maior por Bolsonaro em tom de liberalismo econômico, o laissez-faire, corrente ideológica que o capitão reformado do Exército jura seguir.

Apenas 34% concordam que Bolsonaro deva “vender tudo”, até os “cemitérios”, como diz Paulo Gudes e 5% não têm opinião formada e 1% subiu no muro e se diz neutro.

Está explica o recuo que o presidente deu (4/jan) acerca da entrega da Embraer para a norte-americana Boeing.

Perda de direitos

Quanto à reforma trabalhista, o Datafolha diz que 40% apoiam a precarização de direitos dos trabalhadores ante os 57% que são contrários. Não têm opinião sobre o assunto 3% dos entrevistados.

Posse de arma não!

A pesquisa registra que aumentou o número de brasileiros contrários à liberação posse de arma de fogo no Brasil.

Em outubro de 2018, 55% discordavam de liberar o armamento. Agora, em dezembro, 61% rejeitam a proposta do presidente eleito Jair Bolsonaro.

As mulheres são as que mais reprovam a liberação da arma de fogo, com 71%, ante 51% dos homens.

Na prática, a pesquisa Datafolha fuzila a intenção de Bolsonaro e dos ministros general Heleno (GSI) e Sérgio Moro (Justiça) de facilitar a liberação da posse da arma de fogo em até 100 dias.

Namoro com Trump e a política norte-americana

O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) é reprovado por 66% dos brasileiros quanto o assunto é submissão aos Estados Unidos, diz pesquisa.

O alinhamento automático do Brasil aos interesses dos norte-americanos é a mola mestra da diplomacia de Bolsonaro que, antes mesmo de assumir, rompeu com Cuba, Venezuela, Nicarágua, China dentre outros países que ameaçam a hegemonia cultural e econômica dos Estados Unidos.

Segundo o Datafolha, apenas 15% concordam totalmente com a ideia de submeter a política externa brasileira aos interesses de Donald Trump.

Dos pesquisados, 14% concordam parcialmente com o atrelamento automático do país aos EUA e 1% não quiseram opinar. Os que não souberam opinar sobre o tema somam 4%.

O Datafolha entrevistou 2.077 pessoas em 130 cidades entre os dias 18 e 19 de dezembro.

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