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Tailândia: São Pedro, as chuvas e o Fake News

Publicado por Reinaldo Araújo em 04/12/2018 às 15h45

São Pedro ganhou o título de manda chuva graças ao Evangelho de Mateus, onde Jesus se volta para Pedro e diz: “Eu te darei as chaves do reino dos céus, o que ligares na Terra será ligado nos céus”. Essa declaração foi suficiente para São Pedro passar para a história como o que tem as chaves celestiais e se ele abre e fecha as portas do céu, é a ele que pediremos para fazer chover ou cessar as inundações.

FAKE

Mas na Terra, São Pedro não ficou somente temido pelos povos mais humildes, ele também ganhou um grande problema com os políticos.

Muitos prefeito são literalmente crucificados pelos eleitores nos períodos das chuvas. Seja em Paragominas, Marabá, em Belém e outras capitais, o período chuvoso é imperdoável, e em Tailândia não é diferente.

Mesmo que sejam feitos os trabalhos nas vicinais e ramais, as chuvas não perdoam ninguém, põe tudo a baixo. Seja na Vicinal 35, 6, 12, enfim, sempre será necessário uma correção na estrada, mas o certo mesmo é esperar a chuva passar para poder ajeitar o caminho. Infelizmente ou felizmente é o tempo dela.

A prefeitura faz a parte dela...

A prefeitura e o prefeito Macarrão têm feito o trabalho que nunca foi feito durante 8 anos. Abriu as vicinais e ramais, reformou muitas pontes, inclusive a do Moju e vem fazendo o que pode dentro das condições climáticas para melhorar o trânsito na zona rural.

...e os oportunistas fazem o deles

Porém, tem uma turma aí que de forma oportunista quer antecipar o período eleitoral, investindo nas redes sociais, no desgaste da atual gestão de forma covarde, moleca e irresponsável através de FAKE NEWS, com fotos que são replicadas a cada situação, apenas mudam o texto e jogam no Facebook e Whatsapp.

É bom a população de Tailândia ficar de olho na malandragem dessa turma que só quer fazer confusão em sua cabeça.

Outra coisa, mesmo assim, se houver problemas em sua vicinal você tem e deve procurar a prefeitura para dentro das condições seja resolvida a questão. Vá até o setor responsável e exija seus direitos.

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OMC muda e o que sobra para a economia do Brasil?

Publicado por Reinaldo Araújo em 02/12/2018 às 10h48

Nada que desvincule o Brasil à imagem de sub-filial dos EUA e da Europa, e a pouco tempo da China.

Imagem de país que não respeita a sua biodiversidade e exportadora de matéria prima para ser beneficiada no mundo do comércio global.

OMC

A Organização Mundial do Comércio (OMC), ao aceitar as críticas dos EUA e da União Europeia, anunciou nesse sábado, dia 1º de dezembro, “a necessidade de haver uma reforma no órgão internacional”.

Segundo o texto apresentado ao final do G20, “(...) a OMC está prestes a ficar disfuncional, exatamente quando é mais necessária para cumprir seu papel de árbitra em disputas comerciais e supervisora do comércio global”, diz o documento.

A guerra comercial entre EUA X China

O texto ainda corrobora com a opinião de todos os membros da cúpula, onde aponta o comércio como uma engrenagem importante para o crescimento global, mas fez apenas uma menção de passagem aos “atuais problemas comerciais”, sem entrar em mais detalhes.

Sobre esses “problemas” referiu-se o documento diretamente à guerra comercial entre os EUA e a China.

Dessa forma, os líderes das maiores potências econômicas do mundo apoiaram uma revisão da OMC que regulamenta as disputas do comércio internacional.

Sendo o maior fórum regulamentatório de questões comerciais mundiais, a OMC assume pela primeira vez a necessidade de reformas, “(...) nós reconhecemos a contribuição que o sistema de comércio multilateral fez”, disse o comunicado. “O sistema, neste momento, não está conseguindo atingir seus objetivos e há espaço para melhoria. Nós, portanto, apoiamos as reformas necessárias à OMC para melhorar o seu funcionamento. Vamos revisar o progresso na nossa próxima cúpula”.

Países emergentes e o Brasil

Cabe saber o preço que essas mudanças vão levar no cenário comercial mundial, e quanto os países emergentes e em desenvolvimento vão pagar por isso. Sempre as questões comerciais na OMC foram tratadas como “briga de cachorro grande”, sobrando para as nações emergentes o osso ruído do protecionismo e das retaliações comerciais.

Com um atual presidente se despedindo e outro por chegar, o Brasil, ainda não tem uma definição de seu papel, ou se vai ter um papel, na política econômica internacional, a priori percebe-se que não haverá nenhuma postura a nível nacional ou internacional que o desvincule da imagem do um país de colônia econômica e sub-filial da Europa e dos EUA, e a pouco tempo da China. Imagem de país que não respeita a sua biodiversidade e exportadora de matéria prima para ser beneficiada no mundo do comércio global.

Depois de 23 anos, reformas na OMC

Enfim a Organização Mundial do Comércio (OMC) é um órgão internacional que define as regras para o comércio multilateral e plurilateral entre os países. Em funcionamento desde 1995 substituindo o GATT (Acordo Geral de Tarifas e Comércio), a OMC é uma instituição com personalidade jurídica que surgiu com o objetivo de proporcionar e regulamentar o livre comércio entre as nações participantes, ou seja o G20.

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