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Ações da Prefeitura de Tailândia - Cidade Limpa e Iluminada

Publicado por Reinaldo Araújo em 12/07/2019 às 07h54

Ações da Prefeitura de Tailândia, na Operação Tailândia Limpa e Iluminada, completou 30 dias e o balanço da administração municipal é positivo. As ações começaram no dia 11 de junho em duas frentes.  A primeira realiza nos bairros mais distantes do centro, a limpeza das ruas e a recuperação da iluminação pública, principalmente nos bairros de Fátima I e II, Piçarreira e  Greenville, e já se desdobra para outros bairros..

A segunda ação, no bairro Santa Maria visando resgatar uma reivindicação antiga dos moradores e comerciantes dessa região que era o asfaltamento da Rua da Rodoviária.

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Rua da Rodoviária sendo asfaltada - Foto: ASCOM-PMT

Balanço Tailândia Limpa e Iluminada – na cidade e no Distrito de Palmares

Nesses 30 dias foram 448 entulhos retirados, 139 carradas de piçarras para a manutenção de ruas, 21 carradas de asfalto para a Operação Tapa Buraco, 760 metros de asfalto na Avenida Belém, 187 lâmpadas substituídas e 272 podas de árvores em diversos bairros.

Vídeo:  ASCOM-PMT

No distrito de Palmares não foi diferente.  Nesse período foram retiramos 194 carradas de entulhos, 184 carradas e piçarra para manutenção de ruas e foram substituídas 81 lâmpadas, dando um nova cara ao Distrito de Palmares.

“Nosso trabalho tem um diferencial...nós trabalhamos para todos e assim vai a vida”, declara o prefeito Macarrão.

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Soja: desigualdade e desemprego em Tailândia

Publicado por Reinaldo Araújo em 11/07/2019 às 09h58

Segundo dados da Federação da Agricultura e Pecuária do Pará, a FAEPA, o agronegócio contribui em média 21% para a composição do PIB dos municípios paraenses, representando a base econômica de grande parte deles e fonte de ocupação para parcela substantiva da população. O campo absorve cerca de 1.500.292 milhões de pessoas, o que corresponde e 42,68% dos trabalhadores no estado do Pará.

Carro chefe do agronegócio na Amazônia, como monocultura, a soja, segundo a FAEPA foi, em 2018, o principal produto da pauta de exportação brasileira, atingindo o volume recorde de 1,4 milhão de toneladas, equivalente a, aproximadamente, US$ 568 milhões

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Fotos: Celso Junior/Estadão Conteúdo

No Pará, o complexo da soja já constitui o principal item da pauta de exportação do agronegócio, representando cerca de 25% do valor exportado pelo setor. Com efeito, a soja, no Pará, vem apresentando ritmo significativo de crescimento, expandindo sua área cultivada, no período de 2010/2017, de 85,4 mil para 500,4 mil hectares, equivalente a 30% do total da área de lavouras, sendo a de maior representatividade dentre as culturas.

A produção paraense de soja compreende três grandes polos: o do Nordeste paraense, de maior expressão, liderado pelo município de Paragominas; o do sul do Pará, tendo como principal município produtor, Santana do Araguaia; e o do oeste, capitaneado por Santarém.

Segundo a Federação da Agricultura paraense, “a expansão da soja, no Estado, vem sendo efetuada em campos naturais e áreas já alteradas (áreas de pastagem). Isso significa, que não está utilizando área de floresta nativa, evitando-se, assim, o desmatamento”.

Agronegócio desenvolve a economia para poucos e desemprego para milhares em Tailândia

Em Tailândia, segundo a série histórica do site agrolink.com.br, o município já tem uma área colhida e plantada deste 2010, de 120 há, depois desse ano só fez crescer : 2011, 200 ha; 2012, 700 ha; 2013, 900; 2014, 3.000 e; 2015, 4.370 ha.

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Gráficos: agrolink.com.br

A quantidade produzida nesse período também é de assustar. Em 2010 foram produzidas 410 ton; em 2011, 620 ton; 2012, 2.520 ton; em 2013, 2.700 ton; 2014, 3.840 ton e; 2015, 11.799 toneladas de soja.

O rendimento médio, contudo, de 2010 para 2015, foi de 3.416 kg/ha, para 2.700 kg/ha. Essa redução da média da produção agrícola em Tailândia segue uma tendência nacional devido às crises políticas e econômicas e o humor das bolsas de valores e do câmbio internacional, já que a soja é paga em dólar.

O valor da produção para quem é dono de hectares de plantação de soja no município também é vantajoso. Em 2010, 225 mil; em 2011, 372 mil; 2012, 2.772 mil; 2013, 2.241; 2014, 3.417, e finalmente, 2015, com 8.705 mil reais.

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Segundo dados que pesquisamos, com o dólar alto frente ao real, o preço pago pelo cultivo, que é referenciado pela moeda estrangeira, está em baixa. E o custo de produção, que também se baseia no dólar, está alto, deixando uma margem de lucro apertada ou, em alguns casos, até mesmo prejuízo para os empresários do campo, isso para a safra 2019.

Há urgência de verticalizar a produção do agronegócio em Tailândia para gerar emprego, mas os empresários querem trazer indústria para cá?

A mecanização no campo está modificando as relações de trabalho no agronegócio brasileiro. O trabalhador rural, antes contratado para fazer o plantio e colheita manual de culturas, agora está controlando máquinas.

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O antigo boia-fria troca também o campo pelo trabalho na cidade, em setores como a construção civil. Para especialistas, o crescimento econômico que amplia a produção não compensam os impactos sociais trazidos pela tecnologia no emprego, em que uma única máquina pode substituir 100 ou mais trabalhadores.

O setor produtivo deveria ser o primeiro a se preocupar com o desenvolvimento social do município, porém é mais lucrativo jogar o milho ou a soja no caminhão e mandar para a China, para Rússia ou União europeia, pois como diria Cazuza, “assim se ganha mais dinheiro”.

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