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Eleição da Alepa apresenta: o Palco das Vaidades

Publicado por Reinaldo Araújo em 11/11/2018 às 16h41

Enquanto a pessoa vaidosa for elogiada e enquanto houver uma plateia aplaudindo sua aparência, seus atos, suas palavras e toda e qualquer coisa que venha dela, tudo estará bem. Pois é isso que ela quer e até acredita que precisa.

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Todos querem ser presidentes da Alepa, bastou ser próximo do governador eleito, já está cotado, mas não é bem assim. Hélder Barbalho já tem o seu candidato, mas o palco das vaidades não se cansa de entrar em cena.

Os primeiro nomes dos candidatos ao papel principal foram os deputados reeleitos, Iran Lima e Chicão, políticos de confiança dos Barbalhos com várias participações especiais no horário nobre.

Outros dois nomes a protagonistas da série, surgiram logo na semana seguinte, foi o do deputado e ex-presidente da AMUT, Eraldo Pimenta e depois do deputado Chamonzinho, celebridades em suas bases municipais, bem cotados para o papel.

Chegou até ser cogitado o nome do Dr. Daniel (PSDB), que veio a somar com os mocinhos do episódio final passado, com o currículo de deputado estadual mais votado e primeiro de Ananindeua a dar os braços a Hélder no município durante o segundo turno.

HB4

Por último, até agora, surge um veterano de papeis emocionantes, o deputado Martinho Carmona que tem experiência no legislativo estadual e já presidiu a casa.

Então, todos nas suas bases de apoio têm liderança e são respeitados. Cada um tem a sua história e por isso, queiram uns, não queriam outros, estão na disputa e devem a consideração por isso.

Aparecerão outros nomes, mas o certo é que apesar das sondagens, o diretor-geral, Hélder Barbalho, é quem vai dar a batida na claquete, pois já tem o seu presidente, e para saber quem é só esperar o dia da eleição, compre a pipoca e seu ingresso com antecedência nas redes sociais mais próxima de você.

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O Pará clama por desenvolvimento e Segurança Pública

Publicado por Reinaldo Araújo em 11/11/2018 às 14h54

A Organização das Nações Unidas (ONU), em 2007, recomendou a seus Estados-membros medidas diversas a serem adotadas, com relação à segurança pública, incluindo a adoção de 1 policial para cada 450 habitantes (1/450).

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No Brasil, para chegar à média de um policial para cada 450 habitantes como recomenda a Organização das Nações Unidas (ONU), precisaria ganhar mais 20 mil policiais em seu efetivo da Polícia Militar, nos Estados.

O levantamento foi feito com base no “Perfil dos Estados e Municípios Brasileiros 2014”, estudo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) utilizando dados dos 26 estados e Distrito Federal. Com 425 mil homens e mulheres como servidores, a média do Brasil é hoje de um policial para cada 473 habitantes.

A meta da ONU só seria atingida, no entanto, se houvesse uma redistribuição de todo o efetivo pelos estados. De 27, são 17 unidades federativas que estão abaixo da média.

A pior delas é o Maranhão, com um policial para cada 881 habitantes. Para chegar ao número das Nações Unidas, o estado precisaria contratar 7.384 policiais, ou quase dobrar seu efetivo atual de 7.709 servidores.

O Estado do Pará está no 21º lugar no ranking, com 14.047 policiais militares masculinos e 1.896 policiais militares femininas, totalizando 15.943 efetivos, o que dá em torno de um policial para cerca de 500 habitantes.

Apenas 10 estados, portanto, têm um efetivo que esteja de acordo. O primeiro do ranking é o Distrito Federal, com um policial para cada 194 habitantes.

Os outros “aprovados” são Amapá, Acre, Roraima, Rondônia, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Tocantins, Amazonas e Paraiba.

A Segurança no Pará

Apesar dos números relacionados com a quantidade de policiais militares, a coisa não está muito boa. O Pará é o segundo estado onde mais policiais militares são assassinados do Brasil, atrás apenas do Rio de Janeiro. Apenas nos primeiros 45 dias de 2018, foram nove policiais militares assassinados.

É preciso pactuar um Plano de Ação pela Segurança, com o governo federal e os municípios, trazendo os gestores e a sociedade para o centro do debate

A violência do Pará faz parte de um triste fenômeno mundial, mas isso não pode virar desculpa dos governantes.

Cabe ao Estado a questão da segurança pública, mas não apenas dele. Há de se buscar apoio da Força Nacional e dos municípios paraenses para saber onde está o problema, numa ação conjunta. Mas somente isso não resolve.

O sociólogo Márcio Pontes, professor da UFPA, diz que “deve haver um esforço conjugado com várias secretarias e a sociedade para criar políticas públicas de segurança em todos os 144 municípios do Pará”, ou seja, a construção de uma Plano Estadual de Segurança, pactuado com o governo federal, as prefeituras e trazer os gestores municipais para o centro da discussão.

Outros dados sobre a segurança não podem ser deixados de lado, o perfil dos mortos pela violência. São em sua maioria negros e pobres, vitimizados pelo desemprego e pelo Domínio do Tráfico de Drogas, que imperam no Estado. Como frear esse genocídio?

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Hélder e a batata quente

Por isso, não se deve pegar somente o “avião”, tem que pegar o atravessador, o receptador, o traficante e o dono dele, por isso quando se fala em segurança pública tem que falar de inteligência, equipamentos de segurança modernos, veículos novos, ações por terra, água e ar, fortalecimento dos bombeiros Militares e Policiais Civis.

O grande problemas serão os recursos, de onde virão? A essa missão cabe ao governador eleito, que já provou seu poder de articulador quando ministro federal. É a sua vez Hélder, folego para gerar desenvolvimento e riqueza social, empregos, soberania do solo e dos rios e proteger o povo.

 Veja abaixo os índices de todos os estados

Unidades da Federação

Total

Homens

Mulheres

Índice de policiais/hab. (1)

Distrito Federal

14.345

13.176

1.169

1:194

Amapá

3.700

2.946

754

1:199

Acre

2.712

2.441

271

1:286

Roraima

1.669

1.426

243

1:292

Rondônia

5.200

4.700

500

1:332

Rio de Janeiro

46.135

42.147

3.988

1:355

Rio Grande do Norte

8.926

8.717

209

1:378

Tocantins

3.855

3.384

471

1:383

Amazonas

9.050

7.970

1.080

1:421

Paraiba

9.263

8.563

700

1:423

Espírito Santo

8.491

7.518

973

1:452

Alagoas

7.135

6.349

786

1:463

Sergipe

4.660

4.343

317

1:471

Brasil

425.248

383.410

41.838

1:473

Pernambuco

19.348

17.227

2.121

1:476

Mato Grosso

6.579

5.992

587

1:484

Bahia

31.039

26.714

4.325

1:485

São Paulo

89.478

79.600

9.878

1:488

Minas Gerais

42.115

38.519

3.596

1:489

Mato Grosso do Sul

5.255

4.833

422

1:492

Pará

15.943

14.047

1.896

1:500

Goiás

11.950

11.000

950

1:538

Rio Grande do Sul

20.405

17.773

2.632

1:547

Ceará

15.926

15.440

486

1:551

Santa Catarina

11.560

10.680

880

1:574

Piauí

5.335

4.975

360

1:597

Paraná

17.465

15.667

1.798

1:630

Maranhão

7.709

7.263

446

1:881

 

Fonte: Em 03/08/2017, Revista Exame

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