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“Beneficiar um lado, é bacana. Beneficiar o outro, aí não pode”

Publicado por Reinaldo Araújo em 07/07/2019 às 09h15

Segundo coluna do repórter da Folha de S. Paulo, Rubens Valente, no último dia 28, o presidente Jair Bolsonaro, em entrevista coletiva no Japão, revelou que teve acesso privilegiado a dados do inquérito referente aos laranjas do PSL

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O presidente Bolsonaro e o ministro Sérgio Moro – Foto: José Cruz/Agência Brasil

Os documentos foram compartilhados pelo ministro Sergio Moro.”Ele [Moro] mandou a cópia do que foi investigado pela Polícia Federal pra mim. Mandei um assessor meu ler porque eu não tive tempo de ler”.

Ainda na coletiva, o presidente disse ter determinado a Moro que, repassou à Polícia Federal, a recomendação de investigar todos os partidos. “Tem que valer para todo mundo, não ficar fazendo pressão em cima do PSL para tentar me atingir”.

Apesar da aparente normalidade dos fatos, vale lembrar que a investigação tramita sob segredo na 26ª Zona Eleitoral de Minas Gerais.

Como frisou o jornalista, as declarações de Bolsonaro contradizem o propósito do trabalho de uma instituição que trabalha para o Estado e não em nome de determinado governo. “Uma PF que não esteja à mercê dos rancores do presidente e do ministro de plantão. Um órgão que investigue fatos e não pessoas”, destacou Valente.

 

LEIA MAIS:

https://reinaldoazevedo.blogosfera.uol.com.br/2019/07/06/estado-policial-moro-ja-fez-o-que-o-pt-nao-ousou-nem-para-tentar-se-salvar/

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A Vila Macarrão representa o desenvolvimento de Tailândia

Publicado por Reinaldo Araújo em 06/07/2019 às 14h45

Em 2 de março de 2002, no primeiro mandato, o prefeito Macarrão coloca a pedra fundamental no que é hoje a Vila Macarrão. Na época muito criticada por setores sociais do município, a Vila Macarrão desmontou os preconceitos e mostrou para todos que o desenvolvimento social e as oportunidades são os primeiros caminhos para se garantir a cidadania

Prefeito Macarrão e seu vice Pedro do Sindicato - Foto 2002

O prefeito Macarrão, seu vice, Pedro do Sindicato, e populares - Foto: Arquivo 2002

A ideia da Vila Macarrão se deu no apogeu do modelo econômico da indústria madeireira, onde Tailândia, segundo dados do Índice FIRJAN de Desenvolvimento Municipal, o município já foi o 13º gerador de emprego do Estado do Pará e, com isso, a divida habitacional na região era muito grande e os trabalhadores que chegavam, precisavam de um lugar para morar.

As críticas vinham defendendo a tese de que se estaria “construindo favelas em Tailândia”, enquanto que muitos acreditavam no aumento da violência urbana, que na verdade faz parte de todo o crescimento de uma cidade.

Chegam às ações da prefeitura

Foram mais de 4 mil lotes, divididos em 10x20, com madeiras doadas por Macarrão para que as casas fossem levantadas. Nessa mobilização foram assentadas as famílias, que tiveram a dignidade de receber a sua área das mãos do prefeito. No decorrer dos trabalhos, com as ações da prefeitura, veio o asfalto nas principais ruas, o Posto de Saúde, a Escolinha da Igreja Madre Paulina, a quadra de esportes e a pracinha, depois veio o Sopão do Povo (que agora é o CRAS) e a Escola José Edvar Coelho Frota.  

As ruas foram feitas e denominadas com os nomes das árvores, que simbolizavam o “desenvolvimento” econômico: as avenidas Ypê, Maçaranduba, Angelin; as travessas Jatobá, Seringueira, Paricá, Cedro, Acapu, Mogno, Pau Brasil, Andiroba, Cupiuba, Marupá e outras.

Terceira maior economia do município

 

Hoje se passaram 17 anos e o que temos como legado da Vila Macarrão é o desenvolvimento social e econômico. A sua avenida principal desponta como uma área de comércio onde se pode encontrar lojas de confecções, farmácias, supermercados, lojas de eletrodomésticos, restaurantes, padarias, enfim tudo que se precisa, com exceção dos bancos, você encontra na Vila Macarrão.

Depois do Bairro Centro e do Distrito de Palmares, a Vila Macarrão consolida a economia municipal com distribuição de renda e emprego. Fruto da visão de Paulo Liberte Jasper, Macarrão, que confiou nessa ideia, como ele mesmo costuma repetir: “cidade se faz com pessoas”.

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