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PMs e Bombeiros ficam fora da reforma da Previdência

Publicado por Reinaldo Araújo em 06/07/2019 às 09h27

A comissão especial da Reforma da Previdência retirou o destaque onde policiais militares (PMs) e bombeiros teriam regras iguais às das Forças Armadas. Com a retirada, as aposentadorias de PMs e bombeiros deve ser tratadas a nível de Estados

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Foto: Reprodução

Segundo a jornalista Mirian Leitão, em 05/07, “Jair Bolsonaro só atuou nesse assunto nos últimos dois dias, mas para desidratar a reforma, defendendo agentes de segurança da União”, apelo feito tarde demais.

A comissão da reforma retirou os PMs e bombeiros do texto, assim como guardas municipais, exatamente porque são temas que dizem respeito aos Estados e aos municípios.

Se ficassem na reforma eles teriam que trabalhar 35 anos, enquanto os agentes federais na proposta têm que trabalhar 30 anos, e queriam trabalhar menos ainda: um limite de 25 anos, mas essa proposta não passou.

Caso fosse aprovado o destaque que igualava às regras da aposentadoria do Exército, Marinha e Aeronáutica, os PM’s e bombeiros teriam tempo de contribuição mínimo de 35 anos. Com o destaque e a retirada de bombeiros e PMs da reforma da Previdência fica mantida a alíquota atual de 30 anos, o que ainda poderá ser alterado por uma lei geral.

Então, o debate para o tempo de serviços ficou para as Assembléias Legislativas, que terão que definir a situação dos militares dos estados.

Na regra atual, a idade mínima de atividade é de 30 anos, tanto para homens quanto para mulheres. A proposta aprovada na Comissão aumenta essa idade para 35 anos de trabalho mais o período de transição para o militar que já vai se aposentar..

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Falta de transparência marca a administração do Barros Barreto

Publicado por Reinaldo Araújo em 05/07/2019 às 15h10

Essa é a marca mais forte de Paulo Amorim à frente do complexo hospitalar da UFPA: falta de transparência. Segundo servidores do HU, "Um dirigente que não demonstra o menor respeito à imprensa, que não tem a dignidade de conceder entrevista para explicar sua má gestão", denuncia um servidor que não quis se identificar

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Foto: Igor Mota

Segundo ele, "A falta de transparência pode ser mensurada em números ao se observar o Painel da Lei de Acesso à Informação". Apesar de comemorado pelo Complexo Hospitalar em matéria jornalística publicada no portal da Universidade Federal do Pará (UFPA) sobre o desempenho da Ouvidoria do Complexo Hospitalar Universitário (CHU), os números demonstram que não há motivo para festejar, foi o que apuramos.

Na verdade há pouca transparência no CHU-UFPA. Acessando o Painel de Acesso à Informação pode-se ver que de 2014 até 2019, a Ouvidoria da CHU recebeu 103 pedidos de informação, demorando em média 193,93 dias para responder, estando em último lugar no ranking de tempo de respostas, apesar das poucas solicitações.

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Usando os mesmos anos que a matéria da assessoria de comunicação do Complexo, 2018 e 2019, vê-se que no ano passado foram 32 pedidos e o tempo médio de resposta foi de 253,2 dias, ficando na posição 301/303. Este ano foram registrados 18 pedidos, tendo o tempo médio de resposta realmente caído para 56,81 dias, mas deixando o CHU em último lugar no ranking. Ou seja, não há o que comemorar.

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Inúmeras denuncias já foram feitas à imprensa do Estado e a nível nacional e até agora nenhuma atitude foi tomada até hoje para apurar os desmandos administrativos no Hospital Barros Barreto, que a cada dia ganha novos episódios que não fazem jus ao nome e a história do HUJBB.

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