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Alianças políticas, partidos de aluguel e de televisão

Publicado por Reinaldo Araújo em 05/08/2018 às 13h48

A farra é grande...

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As coligações e frentes parlamentares entre partidos políticos deveriam ser o ato de consagração da democracia, onde as alianças levariam em consideração o programa do partido e os interesses da sociedade, no Brasil, não passa de acordos de interesse pessoal do presidente ou diretório da legenda.

Não se fala no Brasil de forma verdadeira em Reforma do Sistema Político, e quando se fala nisso, aprova-se uma legislação de financiamento de campanha em que quem decide é dono da sigla, o cacique, ou então os candidatos que têm dinheiro ou mandato. Como pode haver renovação?

Uma vergonha...

Sou defensor de uma Reconstituinte, onde todos os setores da sociedade  seriam chamados para debater o Brasil de forma séria e nesse processo se discutiria um Estatuto Político Brasileiro que leve em consideração o combate a corrupção, com leis mais duras e não ambíguas, o fim do financiamento público das campanhas eleitorais, com mais rigor e cumprimento do papel fiscalizador do TSE e  TRE´s, sistema político (presidencialismo e parlamentaristas), voto distrital, o caráter e a função dos partidos políticos, que ao meu ver são necessários à sociedade democrática.

Alianças no Estado do Pará, só jogo político, puro...

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Quando chamo atenção para a questão do “Direito Político” é porque nessa manhã fui provocado quando lia o blog de Franssinete Florenzano (http://uruatapera.blogspot.com/) sobre a crise que passaria o Partido Social Cristão (PSC), que tem como principal figura política o vice-governador do Estado e aliado de Hélder Barbalho, Zequinha Marinho, onde o partido já havia decidido não coligar com ninguém na proporcional, visualizando um “Chapão” para eleger o maior número de estaduais, ao invés disso, o presidente estadual do PSC já havia fechado um acordo entre o Patriota de Raimundo Santos, para uma coligação. Decisões feitas, segundo a articulista, de cima para baixo

Isso criou um mal estar entre os principais representantes do PSC, até que Zequinha Marinho desmentiu tudo. PRB e PSC fazem parte das fileiras evangélicas de Hélder Barbalho, e o que parece, não estão satisfeitos.

O Patriota de Raimundo Santos passa pelo mesmo problema interno, como escreve Franssinete, “[...] Por sua vez, Raimundo Santos - e toda a base do Patriota - está com Márcio Miranda e foi obrigado a se aliar a Helder pelo comando nacional da legenda” afirma.

E agora?

PSD: deputados, prefeitos e vereadores com votos ficaram com cara de doidos...

Essa intervenção externa no PSC/Patriota não foi a única e parece que quer virar moda. Quem lembra do pau feio dentro do Partido Social Democrático (PSD), onde Joaquim Passarinho e os deputados Júnior Ferrari, o Coronel Neil e Gesmar Rosa, deram um pulo lá em cima e divergiram contra Helenilson Pontes e Éder Mauro no apoio a Hélder?

Mas acabou não dando em nada, pois semana depois a cúpula estadual fechou com Hélder, deixando os deputados, prefeitos e vereadores com votos com cara de doidos...

E essa questão não terminou ainda, viu? 

É partido pra caramba...agora eu quero ver sangrar voto.

Gente, agora com a vinda, assim meio sem jeito (independente), do Partido Verde (PV), de Jarbas Vasconcelos, já se contabilizam 15 partidos políticos na coligação que deixará o “Pará em boas Mãos...”

O que é interessante é que há alguns dias a maioria era base do governo Jatene e aliados na Alepa, de Márcio Miranda. O que aconteceu?

Mas vou te contar: satirizando o poeta Cazuza, “partido político eu quero um pra viver”, nos tempos do “Partidão” (PCB), existia a política do “centralismo democrático”, que foi um sistema de organização interna adotado nos partidos comunistas leninistas (Wladimir Ulianov Lenin, líder da Revolução Bolchevique de 1917), pelo qual as divergências programáticas eram decididas pela direção, devendo todos os membros cumprir a decisão sob pena de sofrerem “sanções”, ou seja, ou obedeciam ou iam para o paredão.

Não era bem democrático, mas que resolvia, resolvia mesmo

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O que esperar das convenções partidárias?

Publicado por Reinaldo Araújo em 04/08/2018 às 16h20

Convenções de “multidões”, suspense na escolha de vice e ajustes no marketing eleitoral dos candidatos majoritários

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Numa conjuntura eleitoral em que Lula, preso a 120 dias, é o candidato oficial do PT à presidência da República, em que, por outro lado, a estratégia “Geraldo Alckmin”, busca se consolidar como o candidato das elites, abafando Bolsonaro e tentando polarizar com o candidato da centro esquerdas, os últimos dias das convenções partidárias que decidirão as disputas nos Estados e no Brasil pegam fogo.

No Pará, a convenção de Hélder Barbalho (MDB), no dia 04/08, sábado, se apresentará com o seu candidato a vice, Lúcio Vale, e o apoio de 14 partidos, onde apenas demarcará posição e fazer a festa das “multidões”, registrando o início da campanha eleitoral.

Já Márcio Miranda (DEM), que terá a convenção partidária no dia 05/08, domingo, mantem em suspense o nome de seu vice ou da sua vice, com uma visível (ou invisível) campanha nas redes sociais que fica a desejar. Nesse sentido, a situação não é pior pelo trabalho dos blogs e mídias alternativas, que citam o pré-candidato a toda hora, mas que os marqueteiros de Miranda deverão corrigir imediatamente, principalmente o perfil “doutor” de Márcio Miranda.

O eleitor não quer saber se Miranda foi doutor ou militar. O Povo quer um candidato que se identifique com ele e dê respostas aos problemas do desemprego, segurança e saúde.

Então o que se pode esperar é que a Campanha dos Smartsfones deve esquentar a partir do dia 16/08. Sem dúvida alguma as redes sociais deverão ter um papel importantíssimo no debate de ideias e propostas, além dos ataques pessoais. Os meios tradicionais deverão cumprir seu papel de todas as eleições, mas que terá que dividir seu palanque com os blogs, sites de notícias e muitos compartilhamentos.

Diante dessas questões pegamos emprestada a entrevista que o nosso colega Diógenes Brandão fez com o Dr. Edir Veiga, que é doutor mesmo, sou testemunha, sobre como o eleitor paraense vai decidir o voto nessas eleições, vejamos a entrevista.

 

Fonte:

http://diogenesbrandao.blogspot.com/

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