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Márcio Pontes, cientista político, fala sobre ações de governo

Publicado por Reinaldo Araújo em 09/11/2018 às 08h55

O professor Márcio Pontes esteve no programa “Linha de Tiro”, do jornalista Carlos Mendes onde falou sobre retórica de eleitos, escolha e votos: desafio da governabilidade, onde houve o debate sobre as primeiras medidas dos governos Estadual e Federal.

HELDER

Márcio Pontes destacou que, no hall de prioridades, a segurança pública não é uma questão apenas de apoio de tropas federais, “deve haver uma ação conjugada entre as secretarias para apontar respostas para o grave problema, que é uma panela de pressão que já estourou em alguns a pontos da cidade”, afirma Pontes.

Hélder terá R$ 1 bilhão a mais no orçamento do Estado

O Pará deve contar com R$1 bilhão a mais no orçamento de 2019, totalizando R$ 25,5 bilhões. A proposta deve ser votada até 20 de dezembro na Assembleia Legislativa do Pará (Alepa).

O governador eleito Helder Barbalho (MDB) disse ainda que irá priorizar, entre outras áreas, a segurança pública no Estado, em entrevista à TV Liberal, falou das prioridades para 2018 durante uma cerimônia em Belém.

Segurança Pública

"Nós já iniciamos o diálogo com a comissão de orçamento da Alepa e com os parlamentares no sentido de buscar adequar o orçamento para que esteja em consonância com a agenda que apresentamos à sociedade, permitindo que o novo governo esteja com liberdade para trabalhar nas ações nos comprometemos", afirmou Helder.

Hélder falou sobre a questão da insegurança, "nós estamos priorizando iniciativas e ações que possam garantir rapidamente o enfrentamento, porém compreendendo que é necessário a parceria do governo federal através do envio da Força Nacional, como também a aquisição de equipamentos e concursos públicos para ampliação do efetivo das polícias militar e civil, Corpo de Bombeiros, além da parceria com os o municípios para o fortalecimento das guardas municipais", disse.

Helder também falou que tem conversado com ministros em Brasília, no Distrito Federal, para garantir recursos e afirmou que está otimista.

"Já estive com o ministro de Educação, tratando das escolas de tempo integral e da ampliação de creches. Também com o ministro da Saúde pedindo apoio para ampliação e conclusão da rede hospitalar. Discuti com o ministro de Transportes sobre obras de estradas como a Transamazônica e a duplicação da BR-316, a partir de Castanhal até o trevo de Salinas; a hidrovia do Tocantins que depende de obras de derrocamento do Pedral do Lorenço; a ponte sobre o rio Araguaia"

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EUA: Democratas voltam a dominar a Câmara dos Representantes

Publicado por Reinaldo Araújo em 07/11/2018 às 15h50

Partido Democrata volta a ter maioria na Câmara depois de 8 anos

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Em um revés para o presidente do Estados Unidos (EUA), Donald Trump, o resultado mostra que os democratas retomaram o controle da Câmara dos Representantes, algo que não ocorria há 8 anos. Os democratas conquistaram as 23 cadeiras de que precisavam para ter maioria, vencendo em Estados importantes, como Virgínia, Flórida, Illinois e Colorado. O Pais elegeu ao menos 25 governadores republicanos e 22 Democratas

Já os republicanos consolidaram sua maioria no Senado, com vitórias importantes em Indiana, Texas e Dakota do Norte.

São as chamadas eleições “midterms” (de meio de mandato), que acontecem a cada quatro anos em novembro, e recebem esse nome porque são realizadas na metade do mandato de quatro anos do presidente.

Eleição, que era vista como uma espécie de referendo sobre o governo Trump, põe fim à hegemonia do partido Republicano no Poder Legislativo e pode mudar significativamente a dinâmica política do país na etapa final do seu mandato.

Eleições midterms (de meio de mandato) ou eleições intercalares

São eleições realizadas dois anos após cada eleições presidenciais, ou seja, praticamente na metade do mandato do Presidente dos EUA.

As eleições de meio de mandato realizam-se a cada quatro anos e, a nível federal, consistem no sufrágio de todas as 435 cadeiras com direito a voto na Câmara dos Representantes e 33 ou 34 cadeiras do Senado americano.

36 Estados elegem seus governadores em eleições de meio de mandato, sendo 34 para um mandato de quatro anos e dois (Vermont e Novo Hampshire), para um de dois anos. Ocorrem ainda eleições para diversas legislaturas estaduais, cargos de condados, e, frequentemente, eleições especiais, para preencher, por exemplo, cargos vagos por renúncia ou morte de um senador ou governador de estado.

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 Fim da agenda unilateral

Ao assumir o controle da Casa, pela primeira vez em 8 anos, os democratas vão ter a possibilidade de se opor de maneira mais incisiva à agenda legislativa de Trump, obstruindo suas propostas.

Muitos projetos de seu governo, como a construção de um muro ao longo da fronteira com o México ou a revogação do Obamacare, lei federal aprovada por seu antecessor que promoveu grandes mudanças no sistema de saúde, precisam ser aprovados primeiro pelo Congresso.

Os democratas vão poder bloquear a agenda legislativa de Trump e forçar o Senado a votar algumas leis progressistas populares, que provavelmente não serão aprovadas, mas darão aos democratas uma nova plataforma para mostrar suas propostas. Os senadores não vão ficar felizes em votar questões como aumento do salário mínimo e dos gastos sociais.

Vitória parcial de Trump

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Os índices otimistas da política econômica, 4% de crescimento, redução do desemprego e aumento de salário são as principais explicações de Trump ter mantido a liderança no Senado, haja vista que todos os setores da elite intelectual americana e da imprensa fazem duras críticas ao republicano.

Donald Trump teve que trazer para si e campanha com ataques duros aos democratas, tais como if you want the social insecurity of the Democrat governments to come back, vote for them” (se vocês querem que volte a insegurança social dos governos dos democratas, votem neles), provoca.

Com esse resultado, o Partido Republicano passa a ser uma peça no jogo político de Dornald Trump e seu projeto de reeleição.

Por ser uma das maiores economias do mundo é importante estar informado sobre os temas que dizem respeito os EUA, mas se haverá alguma mudança na política dos Estados Unidos para o Brasil, infelizmente não.

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