Bolsonaro trava verbas e Tailândia toca com recursos próprios

Publicado por Reinaldo Araújo em 03/08/2019 às 08h57

Em março de 2018, o então ministro do Desenvolvimento Regional, Helder Barbalho, veio à Tailândia anunciar o convênio na ordem de R$ 4 milhões de reais para que fosse feita a tão sonhada frente da cidade

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De lá pra cá, Helder foi eleito governador do Estado e Bolsonaro presidente da República. A verba anunciada pelo então ministro é uma verba federal que até agora, segundo dados no link www.plataformamaisbrasil.com.br, não foi empenhada para repasse ao município pelo governo Bolsonaro, devido a sua política de contingenciamento das verbas federais.

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Extrato do Convênio entre a Prefeitura de Tailândia e Ministério de Desenvolvimento Regional

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Essa política de contingenciamento só vem prejudicando os mais fracos, no caso os municípios que precisam tocar obras e suprir a necessidade de geração de emprego. É o que acontece com as obras da Avenida Belém, que vem sendo feitas pela administração do prefeito Macarrão com recursos próprios.

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“A Avenida Belém é recurso próprio. E o nosso querido governador quando era ministro mandou uma emenda pra cá. Está lá em Brasília para o atual presidente liberar. Não saiu a verba a culpa é do governador? Não é. A culpa e do gestor federal que não liberou. Mas com emenda ou sem emenda nós temos que tocar”, esclarece Macarrão.

Não são apenas os municípios que sofrem.

Cortes de verbas federais atingem direitos sociais e da educação

Quem ainda não se convenceu de que o espírito do governo de Jair Bolsonaro é voltado para o corte de direitos sociais e da educação precisa dar uma olhada no levantamento que o Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc) fez sobre os contingenciamentos do governo federal neste ano.

De acordo com o estudo de dados do Portal do Orçamento do Senado apresentado na sexta-feira (16), habitação, educação, defesa nacional e direitos da cidadania, são as áreas mais afetadas pelo contingenciamento total de R$ 31 bilhões neste ano, por meio de três decretos publicados pelo governo, em fevereiro, março e maio.

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