Carlos Bolsonaro expõe preocupação com a segurança do pai

Publicado por Reinaldo Araújo em 04/07/2019 às 15h38

Uma semana depois do caso dos 39 kg de cocaína no avião da FAB,  o vereador  Carlos Bolsonaro (PSC-RJ), filho do presidente Jair Bolsonaro, usou as redes sociais para comentar o suicídio de um empresário em evento com o governador de Sergipe, Belivaldo Chagas, e o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, nesta quinta-feira, 04/07. Carlos questionou a segurança do evento e também da Presidência

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Foto: Reprodução/Reprodução

"Mais uma falha de segurança. Seria bom a segurança do Presidente ficar mais atenta", escreveu em seu Twitter

A instituição responsável pela segurança do presidente da República é o Gabinete de Segurança Institucional (GSI), criticada por Carlos recentemente. O comentário provocou mal-estar no governo, já que o general Augusto Heleno, chefe do GSI, é um dos principais conselheiros e ministros mais próximos de Jair Bolsonaro.

Calos Bolsonaro comentou no Twitter: "Por que acha que não ando com seguranças? Principalmente aqueles oferecidos pelo GSI?. Sua grande maioria podem (sic) ser até homens bem intencionados e acredito que sejam (sic), mas estão subordinados a algo que não acredito. Tenho gritado em vão há meses internamente e infelizmente sou ignorado. Estou sozinho nessa, podendo a partir de agora ser alvo mais fácil ainda tanto pelos de fora tanto por outros."

Carlos Bolsonaro já dá sinal de alerta antes da posse

Não é a primeira vez que o “02”, como é tratado pelo pai, expõe a preocupação com a segurança de Jair Bolsonaro. Em 29 novembro de 2018, Carlos Bolsonaro, afirmou, em postagem feita no Twitter, que a morte de seu pai interessa “aos que estão muito perto”.

“A morte de Jair Bolsonaro não interessa somente aos inimigos declarados, mas também aos que estão muito perto. Principalmente após sua posse! É fácil mapear uma pessoa transparente e voluntariosa. Sempre fiz minha parte exaustivamente. Pensem e entendam todo o enredo diário”, escreveu.

Paranóia? Falha no esquema de segurança? Teoria da conspiração? Não sei. Mas para quem já pegou uma facada em meio a centenas de pessoas, em praça pública, quem pode saber?

Em tempos de radicalização ideológica, querer que Bolsonaro não termine o mandato é um risco muito grande.

 

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