Corrida Eleitoral no Pará 2018: é dada a largada

Publicado por Reinaldo Araujo em 25/12/2017 às 14h18

O caminho mais correto a ser seguido pelo PSDB deverá ser o apoio a Márcio Miranda.

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(Foto: Reprodução/Facebook/DOL)

No final do ano mexidas se realizam nos bastidores para fechamento de uma chapa da situação para concorrer às eleições de 2018, os partidos políticos do Estado já começam as movimentações.

O PSDB, apesar do governador do Estado, principal liderança regional, declarar a sua predileção para um candidato de outra sigla, no caso o Democrata (DEM) do atual deputado e presidente da Assembléia Legislativa, Márcio Miranda, no ninho tucano o prefeito de Ananindeua, Manoel Pioneiro, se articula para enfrentar o grupo de Simão Jatene na convenção partidária.

A questão é séria para o PSDB no Estado. Sem um nome natural que unifique a sigla e a possibilidade de um esfacelamento da base de apoio do atual governador devido ao cenário político nacional, onde o DEM se afirma como principal apoiador do presidente Temer, a incansável máquina federal funcionar a favor de Hélder Barbalho que é Ministro da Integração Nacional e o temor das elites do Pará de serem reféns de um governo dos Barbalhos, o caminho mais correto a ser seguido pelo PSDB deverá ser o apoio a Márcio Miranda.

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Márcio Miranda em seu quinto mandato consecutivo na Assembléia Legislativa, é conhecido como um político conciliador e hábil gerenciador de problemas e  só não será candidato do PSDB se esse não ceder a feroz fome de cargos do vice-governador, Zequinha Marinho (PSC), que já tem o apoio selado do governo do Estado a reeleição de sua mulher, Júlia Marinho, e uma cadeira no Tribunal de Contas do Estado (TCE-PA).

Um articulador próximo a Zequinha Marinho, acredita que o maior empecilho a uma candidatura de Márcio Miranda ao governo do Estado, em 2018, será o vice-governador.

Segundo a fonte (blogdojoaocarlos.com.br), Marinho não aceitará nenhuma proposta no sentido de se tornar conselheiro de uma das cortes de contas do Estado. A ideia está descartada por ele, que está focado na reeleição de sua mulher, a deputada federal Júlia Marinho, também filiada ao PSC, e no crescimento da bancada do partido na Assembléia Legislativa do Estado. O PSC tem dois deputados estaduais e a meta é dobrar a representação da legenda no Legislativo estadual.

No DEM, para figuração de cenário, o deputado federal Hélio Leite, atual presidente do Partido Democrata no Pará, deve compor chapa contra Márcio Miranda, na convenção partidária, que deverá acontecer em abril de 2018, mas só mesmo para jogo de cena. O candidato do DEM é mesmo Márcio Miranda.

Outro partido da base governista, o Partido Social Democrata (PSD), deve indicar o deputado federal Joaquim Passarinho pré-candidato ao governo do Estado, pra fazer cena. Atualmente o PSD tem três deputados Estaduais na Assembléia Legislativa.

O também deputado federal Lúcio Vale, em seu terceiro mandato pelo Partido da República, que se constitui como a 3ª maior força política no Estado do Pará conta com o apoio de 16 importantes prefeitos, 12 vice-prefeitos, além de 118 vereadores que fazem parte de um partido organizado em 130 municípios paraenses, é pré-candidato do PR (fonte: diogenesbrandao.blogspot.com.br).

Aqui nessa disputa o voto vale ouro. Mesmo que pese a favor de Miranda o apoio da máquina do Estado e a imagem de político competente e honesto, bem distante do principal adversário, onde hora ou outra, tem a sua imagem vinculada a Operação Lava Jato, o novo governador do Estado será escolhido voto a voto. 

A pré-candidata a vice de Márcio Miranda é uma militante atuante e com nome limpo

A doutora em Ciências Sociais, mestra em Antropologia e graduada em Ciências Sociais pela UFPA, a atual secretária extraordinária de Estado de Municípios Sustentáveis, a Drª Izabela Jatene, que visitou Tailândia na véspera de Natal em evento realizado pelo prefeito Macarrão, poderá ser vice-governadora do Estado do Pará, caso se configure o desenho político da sucessão de Simão Jatene.

Conhecida e respeitada nos meios acadêmicos e com transito político entre os partidos da base aliada do governo, Izabela poderá ser outro trunfo da chapa governista, pois a sua conduta militante pelas causas sociais e a ficha limpa tem sido a referência nessa sua primeira jornada a um cargo eletivo.

 

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