ELEIÇÕES 2016: Tailândia tem jeito?

Publicado por Reinaldo Araujo em 22/08/2016 às 14h00

Os desafios para Tailândia nessas Eleições

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Utilizei o texto entitulado “O desafio aos candidatos a prefeitura: Como Resolver os Problemas de Belém?”, do jornalista Carlos Mendes, que eu considero como meu professor, de seu Blog “Ver-o-Fato” (www.ver-o-fato.com.br), para construir essa crônica sobre Tailândia, com sua licença professor.

 

A cidade pode vencer seus crônicos desafios no atendimento à saúde, segurança, transporte e investimentos nas colônias da Zona Rural, educação, coleta de lixo, saneamento e geração de emprego e renda, como é cobrado pela população? O que fazer por esta cidade que possui 28 anos, mais de 100 mil habitantes em seus 4 mil km² e problemas sérios de geração de emprego?

Cada um dos 06 candidatos a prefeito que se apresenta ao eleitorado diz ter um plano, ou projeto, para tornar esta cidade de mais de 97 mil habitantes melhor do que está hoje. Não há como duvidar disso. No entanto, há uma distância abissal entre o pensar e o fazer, no caso de ser eleito.

Será que esse projeto se baseia numa visão inovadora e corajosa, ou ele se limita a velhos conceitos, um deles frágil e já desmoralizado pelos fato, como o de o prefeito ser do mesmo partido do governador, ou ter o apoio da máquina federal, sem a qual nada poderá ser feito, pois a prefeitura não tem dinheiro pra tocar sozinha a cidade? 

E mais: tal projeto para governar Tailândia será contrário aos interesses dos "donos" desta cidade, aqueles que se apropriaram do dinheiro público para enriquecer meia dúzia de empresários e empreiteiros, ou apenas mais um reforço desses domínios privados, numa subordinação que se perpetua ao longo dos tempos?

Não há milagre a ser feito, nem apenas a coragem de por ordem na casa e ir para as ruas enfrentar os problemas, mas respostas concretas a apresentar. É preciso ter a cabeça no lugar e os pés no chão, além de um bom planejamento, dentro das limitações orçamentárias, são cerca de 180 milhões de previsão orçamentária por ano no município, para fazer o que a população necessita. De promessas vazias, mentiras e slogans os moradores já estão cheios. 

Projetos individuais de governo, pensados em gabinetes ou em torno de uma mesa de empresários, tendem a fracassar se não forem discutidos muito antes da eleição em reuniões nos bairros, ouvindo os moradores.  Ou seja, um projeto de todos, pensado e decidido por todos.

A população sabe o que é bom ou ruim para ela. Afinal, é ela que vive diariamente as agruras da falta de água nas torneiras, o lixo que não foi recolhido, o buraco que a prefeitura esqueceu de tapar ou, principalmente, a lama e a poeira que invade as casas e adoece nossas crianças.

Não há dúvida de que Tailândia vive desde a Operação Arco de Fogo, em 2008, um planejamento desordenado, mais a exclusão social, o desemprego e a falta de regularização fundiária são uns dos grandes responsáveis pelo fenômeno da explosão da violência e da criminalidade no município.

O que fazer, se a segurança pública, como está previsto na Constituição Federal, não é da competência do Município, mas do Estado? Mais um desafio aos candidatos, além da moralização devida que precisa na gestão pública, dando caminho para a mudança necessária  

Aqui, dessa forma, esperamos contribuir não apenas com críticas, mas sobretudo com sugestões, para os problemas que nos atormentam diariamente em Tailândia que, apesar dos pesares, tanto amamos. Vamos avançar Tailândia!

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