Nova pesquisa ao governo do Estado é registrada no TSE

Publicado por Reinaldo Araujo em 25/02/2018 às 10h52

Helder está na frente, mas fator 30% e indecisos perturbam o sono dos Barbalhos

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Disputa deve ser acirrar nos próximos meses

Primeira pesquisa Eleitoral da DOXA registrada no TSE sob o nº PA-02222/2018 para Governo do Estado do Pará, Senado, Presidente da República mostra o ministro Helder Barbalho liderando as intenções de voto.

Doxa realizou a pesquisa entre os dias 15 a 21 de fevereiro de 2018 com uma amostra de 2.000 entrevistas.

O nível de confiança utilizado é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% dos resultados retratarem o atual momento eleitoral. A margem de erro da pesquisa é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos sobre os resultados encontrados no total da amostra.

ESTIMULADA. Na questão estimulada em que são apresentados os nomes dos pré-candidatos ao governo do Estado, Helder Barbalho (PMDB) aparece em primeiro lugar com 33,4% das intenções de voto. Márcio Miranda (DEM) é o segundo colocado com 13,8%. Em terceiro lugar ficam tecnicamente empatados,  Paulo Rocha (PT) e Úrsula Vidal (sem partido), 7,8% e 7,6%, respectivamente. Os indecisos somam 14,1% e aqueles que pretendem anular o voto ou votar em branco são 18,1%.

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COMPARATIVO. Na séria histórica das pesquisas Doxa realizadas em 2017,  Helder Barbalho em maio tinha 21,7% das intenções de voto; em julho subiu para 30,0%; na pesquisa de novembro permaneceu com o mesmo índice, 30,1%. Agora em fevereiro/2017 vai para 33,4%. Márcio Miranda, em maio tinha 2,1%, passando para 4,9% em julho. Chegou em novembro de 2017 com 12,2%. Agora Márcio Miranda está com 13,8%. Paulo Rocha em maio tinha 5,9%, atingiu 4,9% em julho, permanecendo como mesmo índice em novembro de 2017. Agora sobe para 7,8%.

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Fator 30% e indecisos não deixa os Barbalhos dormirem

Todos os analistas batem na mesma tecla: “Helder não passa de 37% e indecisos podem virar o jogo contra os Barbalhos”. Contra isso, a máquina do MDB no Pará não para.

Reuniões e conversas com lideranças e formadores opinião não cessam. Uma fonte segura afirma que é uma questão de honra vencer a disputa no Pará e para Helder “as eleições ainda não estão ganhas” e pede afinco aos apoiadores.

Ainda tem muita água pra correr em baixo dessa ponte...

Os vereadores de Tailândia e as Eleições de 2018

Essas eleições para deputados federais e estaduais não será muito fácil esse ano. As denúncias da Lava-Jato e o descrédito com a classe política têm crescido muito e a importância das lideranças municipais será de muita ajuda para os candidatos a cargo legislativo.

Em Tailândia, assim como todo o Estado do Pará tem as suas peculiaridades. Só para se ter uma ideia, a base do governo municipal na Câmara é formado em sua maioria por partidos que não fizeram parte da coligação que elegeu o prefeito Macarrão, mas que hoje se permitem ser maioria no Poder Legislativo. Essa aliança se dá através de uma engenharia política necessária para se manter a governabilidade, tanto no Poder Executivo, quanto no Legislativo.

Dos 12 partidos representados hoje com uma cadeira na Câmara Municipal, somente o MDB não faz parte da base de apoio do atual governador do Estado, Simão Jatene (PSDB), e supostamente não estará na Coligação que deverá dar apoio a Jatene em sua caminhada ao senado federal e apoiar seu candidato ao governo, até então Márcio Miranda (DEM).

Partido

Quantidade de Vereadores

MDB

02

DEMOCRATAS

01

PMN

01

PSB

01

PRB

01

PPS

01

PSC

01

PDT

01

PTC

01

PROS

01

PSL

01

PR

01

 

Por outro lado, não podemos esquecer-nos de Zequinha Marinho, que até mesmo já lançou a sua candidatura ao senado e do ex-prefeito Ney da Saúde ao cargo de deputado estadual em Tailândia, e que são filiados ao Partido Social Cristão (PSC). Zequinha é vice de Jatene e promete que se ficar fora do processo de decisão política, “acabará com a graça de Jatene e Márcio”.  Zequinha Marinho até recusou uma cadeira como conselheiro de Tribunal de Contas do Estado (TCE), cargo vitalício, muito bem remunerado e estratégico para a aprovação de contas de governadores e do legislativo estadual.

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Os palanques eleitorais estão sendo erguidos em Tailândia

Ney da Saúde (PSC) foi o primeiro a lançar sua candidatura a deputado estadual e diz que conta com todo apoio do vice governador do Estado, Zequinha Marinho, que também quer ser senador.  A decisão de Zequinha não agrada em nada o governador do Estado, que é candidato a senador e essa briga ainda tem capítulos.

Já em "papos" que rolam pela cidade, muitos afirmam que Frank do Sindimata e outros pecuaristas tendem a apoiar a candidatura de Adnan Demachki (PPS), secretário de meia ambiente a uma cadeira ao deputa federal, possibilidade essa que implica numa divisão de setores da elite de Tailândia que já articulavam a candidatura de Nilson Pinto (PSDB).

Enquanto a coisa começa a pegar fogo no quintal do vizinho, o atual presidente da Câmara Municipal de Tailândia, o vereador Queimado, apostas mais uma vez  em Zé Franscico, que mais uma vez tentará ser deputado estadual pelo PMN.

Agora, dependendo do governador que vão apoiar, esses pré-candidatos deverão vir em Tailândia pedir licença ao prefeito Macarrão para subir no palanque que está sendo “ajeitando” com muito cuidado para as eleições de 2018.

O prefeito de Tailândia até agora está conversando com todos os setores, como ele mesmo diz “o povo de Tailândia deve apoiar aquele candidato que tenha trabalho pelo município, pelo povo. Não adianta vir qualquer um aventureiro e dizer que faz e acontece. Estamos acompanhando o processo, todos são bons candidatos”, afirma.

 

 

 

 

 

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