O Aeromedico de Tailândia já realizou 75 procedimentos em 2019

Publicado por Reinaldo Araújo em 17/07/2019 às 08h38

Após a volta do Aeromedico de Tailândia, depois de uma decisão judicial que prejudicou as ações da Prefeitura para redução de óbitos, principalmente por traumatismos em acidentes de trânsito, já foram realizadas 40 transferências para outros hospitais e 35 resgates na região, totalizando 75 atendimentos

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Fotos: André Modesto

Implantado em junho de 2017, o serviço de taxi aéreo UTI do município de Tailândia, no Pará, é um investimento feito com recursos próprios da prefeitura.

A Zona Rural e o Aeromedico

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Em 2019, mais uma vez os números surpreendem e demonstram que 53% dos procedimentos do Aeromedico foram transferências externas, enquanto que 47% foram resgates internos em outras localidades do município e região envolvendo acidentes e partos, o que demonstra a importância do helicóptero UTI para a Zona Rural.

Sendo o único serviço nessa modalidade no Brasil, o Aeromedico de Tailândia até o período de 2017 a dezembro de 2018, realizou mais de 330 transferências de emergência para outros hospitais com especialidades de cada caso.

A aeronave possui uma UTI para adultos e uma neonatal, pode alcançar a capital do Estado do Pará em 1 hora de voo, enquanto que por rota terrestre, são mais de 5 horas.

A implantação do Aeromedico tem reduzido em 50% os números de óbitos por traumatismo, infartos e AVC

No dia 20 de Dezembro de 2018 foram suspensos seus serviços, por uma decisão da Justiça, comemorada pela oposição. No período em que a aeronave ficou parada (cerca de 80 dias), foram em torno de 20 óbitos, extraoficiais, por falta de transporte especializado no município.

 

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