O grande desafio é a geração de emprego em Tailândia

Publicado por Reinaldo Araujo em 02/02/2017 às 17h21

O povo não quer mais esmolas, o povo quer emprego!

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O desemprego e Tailândia

O termo desemprego diz respeito à falta de trabalho. Um desempregado é um indivíduo que faz parte da população ativa e que anda à procura de emprego embora sem sucesso.

Esta situação traduz-se na impossibilidade de trabalhar e, isto, contra a vontade da pessoa. Desemprego é sinónimo de desocupação. Distinguem-se na economia moderna em duas formas de desemprego: conjuntural e estrutural.

O desemprego conjuntural diz respeito a um determinado momento da economia de uma país que vive uma crise social e econômica, com altos índices de recessão, gerando desemprego.

O desemprego estrutural se diz daquele que envolve mudanças radicais nos meios de produção, tal qual o advento das inovações tecnológicas e mudanças na legislação trabalhista.

Onde se encaixa Tailândia neste contexto?

Tailândia se encaixa a partir de uma leitura de quase 10 anos atrás, com a chegada da Operação Arco de Fogo. Antes de 2008, Tailândia tinha uma grande área coberta de carvoaria, serrarias e indústria no setor madeireiro, que com o ação da Polícia Federal e do IBAMA, foram fechados mais 10 mil postos de trabalho no município.

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2008: Operação Arco de Fogo

Nunca mais, nesses últimos anos, conseguiu se sair dessa crise, que só foi piorando nos últimos anos, com ausência das gestões do Poder Público, que não criaram políticas públicas de geração de emprego no município. Ou seja, em 2010, Tailândia possuía 79.297 habitantes (IBGE-2010), e segundo dados do Sistema Nacional de Emprego (SINE), cerca de 10 mil desempregados.

Em Tailândia, o SINE faz parte da estrutura da Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social, e é o órgão que possui os dados referentes ao desemprego da região.

Segundo os dados fornecidos pelo órgão, baseados no ano de 2015, do Seguro-Desemprego, Tailândia possui cerca de 4 mil desempregados, ou 5% dos 100.300 habitantes (IBGE-2016) no município, a população ativa que se encontra desempregada. Isso é nítido, se observamos os movimentos atuais das pessoas na Prefeitura de Tailândia a procura de emprego.

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Agronegócio: lucros em dólar, salário em real.

Podemos ter sérios problemas estruturais, infraestrutura, saúde e saneamento, mas sem dúvida o “nó” da atual a conjuntura é o problema da geração de emprego.

Mesmo que o modelo econômico do extrativismo vegetal, a base de soja e milho, através do Agronegócio venha a ganhar folego, só isso não resolverá a questão sem investir na verticalização da produção, gerando emprego em indústrias de beneficiamento, a exemplo que faz a Agropalma, em Belém, com a extração do óleo do dendê. O mesmo coco do dendê que é tirado em Tailândia, é o mesmo coco que gera emprego em Belém.

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Colonialismo dos paulistas do dendê.

Além de colocar Tailândia nos eixos do desenvolvimento social, reduzindo a tragédia da infraestrutura das ruas, bairros, colônias e vicinais do município, o prefeito Macarrão ainda terá que criar Políticas Públicas de geração de emprego e renda.

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Fábrica de Confecções: esperança de emprego.

Para isso, a Prefeitura, tem se engajando na recuperação dos silos e do laticínio para dar apoio ao pequeno produtor rural, seja da agricultura ou na pecuária leiteira; está criando parcerias para fazer funcionar a Fábrica de Confecções, entre outras propostas para recuperar a dignidade do povo de Tailândia.

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