Raquel Dodge deve ser reconduzida a PGR

Publicado por Reinaldo Araújo em 18/06/2019 às 08h09

As bocas e olhos de Brasília já dão como certa a recondução da procuradora geral da república, Raquel Dodge à PGR. Apesar da disputa acirrada entre 10 candidatos para compor listra tríplice

DODGE

 

O presidente Bolsonaro e a procuradora geral Raquel Dodge - Foto: Daniel Marenco

Raquel Dodge, na última sexta-feira (14/06), disse estar “à disposição” do presidente Jair Bolsonaro para ser reconduzida ao cargo. 

Dodge foi a terceira mais votada da lista tríplice para a sucessão de Rodrigo Janot, mesmo assim foi indicada na época por Michel Temer que ignorou o prestígio do mais votado da lista.

Como funciona a eleição da PGR

A formação da Lista Tríplice iniciou-se em 2001. Em 2003, o então presidente Luís Inácio Lula da Silva passa a reconhecer e prestigiar a escolha dos procuradores da República para o cargo de chefe do órgão.

Podem se candidatar ao cargo membros de carreira do Ministério Público Federal, em atividade e maiores de 35 anos. Os três mais votados compõem uma lista tríplice, organizada por ordem de votação, onde o presidente da república deveria nomear o primeiro.

Cerca de 1.150 procuradores têm direito a voto

Para os procuradores da República, o prestígio da Lista Tríplice é um passo político importante dentro da instituição por conferir caráter democrático à escolha do Procurador-Geral da República.

Raquel Dodge, mesmo não sendo candidata inscrita, é a preferida do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), pela cúpula do Centrão e pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli.

Bolsonaro disse que “está esperando a lista”, afinal, time que está ganhando, não se mexe, né?

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