Redes Sociais nas Eleições: É devagar que se anda

Publicado por Reinaldo Araújo em 13/08/2018 às 17h32

Os ditos “grandes” do marketing político estão a dormir...

Redes

Todos dizem que esse ano serão as Rede Sociais que vão dar direção às eleições no Brasil e nos Estados. Muitos conservadores dizem que a TV continuará sendo o referencial para se conhecer melhor os candidatos, outros dizem que uma complementará a outra, mas o que é importante notar é que a pré-campanha nas redes sociais aqui no Pará entre os principais candidatos foi bem mais emocionante que esse início fraco.

Quando digo bem mais emocionante me refiro a participação de blogueiros e sites de noticias de todas as matizes.

Como disse Diógenes Brandão no Twitter, “o nível de campanha eleitoral nas redes sociais está baixíssimo. Memes piegas, vídeos longos e apócrifos mostram a “criatividade” das agências digitais paraenses”, mas isso é a pura verdade.

Hélder até se destaca, mas porque o marketing do filho de Jader e feroz, leva ao pé da letra a máxima de que a melhor defesa é o ataque, e para quem está acuado, haja ataques.

O marketing de Miranda é muito devagar. Olha só: até assisti hoje um vídeo que me parece que Márcio Miranda está em sua casa sentado numa rede falando dos ataques do Diário do Pará.

Falta mais profissionalismo

Para ver que situação... Numa campanha que tem dinheiro, o próprio candidato fazer um vídeo amador para responder a um ataque, ora! Isso acaba denunciando a falta de profissionalismo que se está levando a coisa.

Tenho certeza que não é falta de profissionais, tem e sobra e se faltar é só buscar no Grupo 4° Poder, no Whatsapp, que vai encontrar grandes veteranos e jovens com a garra “dos da antiga” que fazem a coisa acontecer.

O que eu acho, na melhor das hipóteses, é que os “grandes” do marketing estão esperando o momento certo, ou até mesmo, na pior das hipóteses, que não sabem fazer mesmo campanha nas rede sociais.

Não quero crer que esses “marqueteiros” não saibam fazer mais nada do que artes de banner com slogans batidos e repetidos, editar vídeos que não convencem mais o povo e colocar panfletos apócrifos nas ruas difamando o adversário...Os tempos são outros.

Para fazer campanha nas redes sociais tem que ter ousadia, humanizar e horizontalizar o candidato, trazendo ele para a realidade do eleitor, apostar na verdade e conversar com o público alvo de forma transparente. O eleitor de  hoje não é mais o mesmo, principalmente aqueles que já acordam buscando informações com smartfone na mão.

Comentários

Carlos Santos em 17/08/2018 21:17:59
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