Reitor da IFPA é reconduzindo sob denuncias de corrupção

Publicado por Reinaldo Araújo em 09/08/2019 às 08h56

“Onde deveria ter obra, não há nada feito em benefício da infraestrutura do IFPA”, denuncia um membro da Comunidade do IFPA.

Diante de um momento em que a Educação brasileira se encontra à beira de um “buraco negro” institucional, onde um governo que se alto proclama de “sem viés ideológico”, faz tudo para desmontar a Instituições de Ensino Superior (IFES), recebemos da comunidade do Instituto Federal do Pará (IFPA) várias denuncias de irregularidades administrativas, com sérios indícios de corrupção, prevaricação e omissão que deveriam se investigadas pelos órgãos competentes

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Foto: Reprodução

Um dos principais focos dessas denúncias dizem respeito ao abandono de obras licitadas num montante de 10 milhões de reais no Campus de Castanhal da IFPA , sem que a reitoria “tivesse adotado as providências recomendadas pela Auditoria Interna do instituto”, é o que julgam os denunciantes.

Cabe ressaltar que essas denuncias surgem depois de um processo eleitoral e de uma disputa interna acirradíssima pela hegemonia do Poder na IFPA, entre campos políticos ligados ao atual presidente da república, e grupos de oposição a esse governo.

Diretamente o professor Cláudio Alex Jorge da Rocha é citado em vários documentos, que comprovam irregularidades e omissão em sua gestão no Instituto Federal. Os que denunciam pedem, em oficio, a cabeça do reitor reconduzido ao “alho e óleo”,  até mesmo com a nulidade da nomeação do reitor por parte do MEC e pelo próprio presidente da República, Jair Bolsonaro.

Denuncias apresentam indício sérios de corrupção, prevaricação e omissão por parte do reitor

Os denunciantes se apoiam em vários documentos, tais como, Nota de Auditoria nº 03/2015-AUDIN/CAST, de 12 de dezembro de 2015; Folhas 61 e 62 do relatório da sindicância instaurada do curso do processo de nº 23051.000054/2016-41; Portarias nº 0318/2014, 0319/2014, 0320/2014, 0321/2014 e 0322/2014, todas de 10 de março de 2014; NOTA DE AUDITORIA nº 02/2015-AUDIN/CAST, de 15 de novembro de 2015; Despacho do REITOR do IFPA, constante na folha 2349 do Processo nº 23051.015939/2013-00; Despacho nº 001/2016, do Diretor do Campus Castanhal do IFPA; Portaria nº 389, publicada no D.O.U. de 19 de maio de 2011; 05 (cinco) Portarias de instauração e prorrogação de sindicâncias e pads.; Portaria nº 592, de 30 de abril de 2015.

As acusações da presença os indícios de corrupção, prevaricação, omissão e outras ilegalidades na administração das obras de engenharia civil do Campus Castanhal do IFPA, em valores pecuniários contratados acima de 10 (dez) milhões de reais, são gravíssimas e devem ser investigadas às claras pelo governo federal, já que se trata de uma IFES.

O que é engraçado é que quando é para se cortar e contingenciar verbas a “varinha mágica” do governo age na velocidade da luz, de forma eficaz, se intrometendo na Autonomia Universitária, mas quando é para que sejam feitas investigações sérias de cunho administrativo de malversação de dinheiro público, o governo se retrai e vai procurar cortina de fumaça.

Direito de resposta:

São vários documentos fornecidos a este blogueiro sobre as irregularidades na gestão de Cláudio Alex Jorge da Rocha frente à IFPA, que serão divulgados depois da análise destes para conferir as suas autenticidades.

O Espaço Aberto desse blog também está aberto para o contrário se esclarecer, sendo que os contatos podem ser feitos pelo número (91) 984252428 (Whatsapp), Reinaldo Araújo

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