Se Ananindeua é a pior em saneamento, imagine Tailândia...

Publicado por Reinaldo Araujo em 20/02/2017 às 16h49

 

Reivindicar a universalização do serviço mais básico, essencial para qualquer nação: o saneamento básico.

 

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Instituto Trata Brasil

O Instituto Trata Brasil é uma OSCIP - Organização da Sociedade Civil de Interesse Público, formado por empresas com interesse nos avanços do saneamento básico e na proteção dos recursos hídricos do país. O seu trabalho é de conscientizar a sociedade para termos um Brasil mais justo, com todos tendo acesso à água tratada, coleta e tratamento dos esgotos.

Desde 2009, o Instituto Trata Brasil divulga o tradicional “Ranking do Saneamento Básico nas 100 Maiores Cidades”, sempre com base nos dados oficiais do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento Básico (SNIS). Os números são informados pelas próprias empresas operadoras de água e esgotos dos municípios brasileiros ao Governo Federal, portanto, são números oficiais das próprias cidades.

Em matéria de destaque no programa “Fantástico”, da Rede Globo, e principal manchete nos telejornais paraenses, segundo o Instituto Trata Brasil, Ananindeua tem o pior saneamento dentre as 100 maiores cidades do país: apenas 28% dos seus mais de 500 mil habitantes tem água encanada em casa, e somente 2,9% contam com coleta de esgoto domiciliar. A capital, Belém, ficou na 90ª posição no ranking do instituto.

Saneamento: Tailândia está no topo do insatisfatório

Agora imagine: Se Ananindeua, Belém e Santarém, as maiores cidades do Estado estão bem abaixo do desejado, como deverá ser a posição de Tailândia no Ranking da Trata Brasil, que não está incluído no estudo do Instituto, que somente publicou os dados das 100 maiores cidades entre as piores.

Quando se trata de água potável tratada, sistema de drenagem superficial, detenção ou amortecimento de águas pluviais urbanas Tailândia está no topo do insatisfatório, podemos verificar isso no período de chuvas na região e o que acontece nas ruas de nossa cidade, sem falar das crianças em nossos postos de saúde com diarreia, cólicas abdominais, vermes...

Apesar de tudo, a coleta de lixo é rotineira, também pudera, pelo menos o lixo deve ser coletado, mas a situação de sua destinação ainda é um complicador para a questão ambiental, pois termos um lixão, ao invés de um aterro sanitário como manda a lei, o que polui o lençol freático.

Aonde chegaremos?

De fato, os dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) apontam que, a cada R$ 1 investidos em saneamento, R$ 4 são economizados com tratamento de pessoas doentes, porém, a falta de planejamento na organização das cidades têm gerado esse tipo de problema, que se generaliza em todo o Estado do Pará.

 

 

 

 

 

 

 

 

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