TAILÂNDIA: Bloco Pró-Queimado fecha questão

Publicado por Reinaldo Araujo em 24/12/2016 às 16h51

Vereadores se articulam para ganhar a prefeitura

CMT 1

As especulações das redes sociais se concretizam. O vereador reeleito Queimado, atual presidente da Câmara Municipal de Tailândia (CMT), consegue construir um bloco e poderá ser eleito novamente presidente da Casa de Leis, em sua 8ª Legislatura 2016/2020.

Pelo Regimento Interno da CMT, o mandato do presidente é bianual, sem direito a recondução na mesma legislatura, portanto a candidatura do vereador Queimado segue o Regimento, haja vista que será pela primeira vez  candidato à presidente da Mesa Diretora em nova legislatura.

Em foto publicada nas redes sociais, estão os vereadores eleitos Dário (PSB) Jaqueline Neto (PSDC), Rosenildo (PSL), Lauro (PTC), Queimado (PMN), Sodré (PSC) e Creu (PDT), que tomaram café da manhã na casa do vereador Queimado, nesse dia 24/12/2016, em clima de festa.

De acordo com a composição partidária do Bloco Pró-Queimado, todos os vereadores presentes no café da manhã participaram de chapas majoritárias derrotadas na eleição passada pelo candidato Macarrão: PSDC, Dimas Sisnando; PTC, Roberto Gambi; PMN/PSC/PSB, Ney da Saúde; PSL, Alemão. Para uma chapa ser eleita para a Mesa Diretora é preciso apenas de maioria simples dos votos internos dos vereadores. A  CMT é composta por 13 legisladores.

Se o vereador Queimado vencer as eleições internas da CMT e não houver qualquer definição da Justiça Eleitoral com relação a posse de Macarrão, o vereador, como presidente da Câmara Municipal, será empossado prefeito interino de Tailândia.

Por coincidência, a base política que apoiará Queimado, caso seja prefeito, será a mesma que apoiou até o fim o mandato do atual prefeito, Ney da Saúde. Mas a questão não é essa. Qual foi a moeda de troca colocada na mesa de negociação para a construção desse Bloco Político?

Mas uma vez levantamos o debate: qual o Projeto de Desenvolvimento que os grupos políticos têm para o município de Tailândia? Ser prefeito não pode ser caso de vaidade ou sonho individual que derrepente decide, “agora eu quero ser prefeito”.

Existem vidas em jogo. Tem que ser priorizado o projeto da saúde, educação, segurança pública, geração de emprego, enfim. A questão central é que a novela das eleições de Tailândia ainda não acabou, veremos ainda cenas de próximos capítulos.  

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