Tailândia: Governo Paralelo do Dendê Amassado

Publicado por Reinaldo Araujo em 27/01/2017 às 09h45

Vereadores magoados apostam em oposição ao governo Macarrão

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O que falta é respeito ao povo de Tailândia

Em países desenvolvidos, democraticamente, onde tem o Sistema Parlamentarista de governo, como a Inglaterra e Canadá, existe o instituto do Gabinete Paralelo que é formado pelos partidos minoritários ou que perderam a eleições.

O gabinete paralelo, segundo a Wikipédia, também chamado de governo paralelo, é um grupo de representantes veteranos da oposição no sistema Westminster de governo, os quais, sob a liderança do líder da oposição (ou o líder de outros partidos de oposição menores) formam um gabinete alternativo ao governo, cujos membros são a "sombra" ou o equivalente de cada integrante do governo.

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Ferrugem e descaso

É responsabilidade do gabinete paralelo criticar construtivamente, espera-se, o governo atual e sua respectiva legislação, bem como propor políticas alternativas.

No Brasil já houve uma experiência do Governo Paralelo, que se estruturou sob a liderança de Lula após a derrota de 1989, entre 1990 e 1992, para apresentar propostas alternativas de políticas públicas, enquanto acompanhava, criticamente, o governo Fernando Collor de Mello.

Aqui em Tailândia, parece que alguns vereadores (Jaqueline Neto, Dário Oliveira, Lauro, Rosenildo e Ricardo) com apoio de deputados, como Cássio Andrade, PSB (estadual) e Nilson Pinto, PSDB (federal), estão querendo inaugurar a proposta de governo paralelo do dendê amassado. Uma boa ideia. Toda situação precisa de uma oposição consequente.

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Lama e sofrimento

Quantos ao deputado Cássio Andrade, podemos dizer que é um parlamentar que sempre esteve presente no município, mesmo com 962 votos, já apresentou emendas que beneficiaram Tailândia, ao contrário do deputado federal Nilson Pinto, que teve em 2014, 6.937 votos, e assim como o seu candidato a governador na época, que teve 18.774, não voltou em Tailândia nem para dizer “obrigado, abestados”.

Enfim, parece que a política municipal toma um viés mais moderno e transparente. Porque para ser um Governo Paralelo tem que ter um mínimo de moral, transparência e representatividade.

Mas, na verdade o que há é uma mágoa muito grande por parte de alguns  vereadores que perderam os privilégios que tiveram em oito anos de desgoverno em Tailândia, pela falta de transparência, má administração do dinheiro público e a conivência com a destruição literal do município.

Na arrumação da casa, esqueceram o lixo embaixo do carpete

Só para se ter uma ideia, dos 11 vereadores que faziam base do desgoverno do Ney da Saúde, apenas três foram confirmados nas urnas, ou seja, mais de 73% desses foram reprovados pelos eleitores. Sinal de que as coisas estão mudando em Tailândia.

Se o Governo Paralelo vem trazer emendas e benefícios para o povo de Tailândia, serão bem vindos. A democracia se constrói dessa forma, mas parece que os palanques não foram desmontados ainda.

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Má uso do dinheiro público

Espero que os caminhos se encaixem, mais uma coisa é certa: o povo está em alerta aos golpes dos adversários, que desde janeiro sonham com o Poder, mas eu acho que devem se preocupar é com a Justiça, para que depois não tenham que devolver o rombo que deixaram na Prefeitura de Tailândia, de tanto “arrumar a casa”, acabaram deixando o lixo embaixo do carpete, expostos na frota de veículos da prefeitura sucateados, laticínio e silos destruídos, saúde pública abandonada, dívidas, abocanhamento no dinheiro público, cidade alagada e esburacada e a falta de respeito com o povo.

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